CARTÃO DE VISITAS HIPNOSE NO DF DEFINI. INDIC. PROBLE. PSIQ. PSICOPATOL.
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HIPNOSE NO DF
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Hipnose - definição indicação 

 
 
 

 

Conceitos:    
 

1-Estado natural de consciência, diferente de estado de vigília.  

2- Dicionário Aurélio ? Estado mental semelhante ao sono, provocado artificialmente. O indivíduo continua capaz de obedecer às sugestões do hipnotizador.   

3 - Estado monoideísmo e de dupla consciência.  

4 -  Estado de profundo relaxamento no qual o consciente e o inconsciente do paciente ficam mais receptivos a sugestão.  

5 - Hipnose é um estado alterado de consciência, ou é um estado de consciência no qual o conhecimento, que você adquiriu durante toda sua vida e que você usa automaticamente, torna-se de repente disponível.?

Milton Erickson

 
-"Hipnose abrange qualquer procedimento que venha causar, por meio de sugestões, mudanças no estado físico e mental, podendo produzir alterações na percepção, nas sensações, no comportamento, nos sentimentos, nos pensamentos e na memória.? 
Sociedade Brasileira de Hipnose

 
8 -Hipnose é um estreitamento de consciência, geralmente provocado artificialmente, que se parece com o sono, porém dele se distingue fisiologicamente.?

Antônio Carlos de Moraes Passos 

9 - Hipnose nada mais é do que aquilo que você se submete cotidianamente desde seu nascimento até os dias de hoje. Ou seja, aceitar as  sugestões dadas por seus  representantes familiares, orientadores espirituais e educadores padres, pastores, professores e outros). Por exemplo, quando seu pai  ou qualquer um dos citados, anteriormente ou não,  dizia ou diz "faça isso que é bom", e você aceita a sugestão como certa ou boa, nada mais é do que uma sugestão hipnótica. Diante disto, quero afirmar que muitos pacientes ficam temerosos quando chegam ao consultório para uma sessão de hipnose,  acreditando que seria algo sobrenatural, onde ficaria sob o controle do hipnotizador, pois  este teria todo poder sobre ele, inclusive o de hipnotizar. Este  é um dos conceitos equivocados em relação à hipnose. Pois quem hipnotiza não é o hipnotizador, ele  apenas, dentro de seu conhecimento científico, dará ao paciente as sugestões de relaxamento que, uma vez aceita por ele,  o   auto-hipnotizará. Isto quer dizer que toda hipnose é uma  auto-hipnose, requer desejo, vontade, entrega e confiança naquele que o conduzirá  a um gostoso relaxamento, calmamente, tranquilamente, serenamente, onde a pessoa vai caminhando serenamente a seu passo, no ritmo que conseguir dar. E assim o paciente vai mergulhando  dentro de si mesma para descobrir as belezas e sabedoria de seu inconsciente, tendo a certeza e a segurança  de que todo aquele sofrimento agora terá uma resposta. Diante desta resposta, o psicólogo e hipnoterapeuta o ajudará a resignificar aquela emoção , ou sentimento  negativo que ficou guardado a sete chaves no baú de seu inconsciente, já sentindo como é bom estar longe disso tudo. Por outro lado, se o paciente não desejar ou não for esclarecido antes do procedimento, poderá não aceitar as sugestões dadas, e assim bloquear todo o processo, e ainda sair dizendo "ninguém consegue me hipnotizar". E ele tem toda razão em dizer isso, pois somente com a aceitação ao processo e entregra total, é que poderá entrar em transe hipnótico. Outro grande engano é dizer que tem medo de  perder o controle  quando se entra em hipnose. Em estado de transe, a pessoa, como já mencionado nas definições anteriores,  não fica inconsciente, e sim mais perceptiva à aprendizagem e redecisão de seus problemas.  Outro engano é a pessoa dizer: "e se eu for e não voltar?" Vamos dar outro exemplo de um acesso de memória. Gostaria neste momento que você  fechasse seus olhos e lembrasse dos seus 15 anos de idade, das festas, amigos, roupas, corpo e etc. Logo em seguida abra os seus olhos. Você foi a algum lugar, ou apenas acessou sua memória? Então posso afirmar que não existe regressão de memória e sim acesso a memória em estado de transe hipnótico, ou seja, você não vai a lugar nenhum. 
Reinaldo Macedo de Beirigo           

Psicólogo   

Hipnose em estado Alfa - Alfaterapia. 

Hipnose através do nível Alfa (Alfaterapia) em meu consultório, todas as pessoas conseguem de forma calma e tranqüila, atingir este nível. O que  é suficiente para realizar as elaborações psíquicas necessárias.

Nosso cérebro, em estado de vigília,  está no nível BETA, 21 a 60 ciclos por segundo.

No nível ALFA vai de 8 á 13 ciclos por segundo, atingindo o estágio de sonolência e consciência passiva, calma e tranqüila. Neste nível aumenta o campo da inteligência, memória, criatividade, percepção e pode se fazer a regressão de memória com sucesso.

Nível TETA vai de 4 a 7 ciclos por segundo, sendo o último nível mental que se pode atingir em estado de consciência.  

Nível DELTA vai de 0,05 a 3,5 ciclos por segundo.  Esse estágio já é de sono profundo e a mente consciente não atua.      

RESOLUÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA REFERENTE AO USO DA HIPNOSE NO TRABALHO DO PSICÓLOGO. RES. 13/2000

Aprova e regulamenta o uso da Hipnose como recurso auxiliar de trabalho do Psicólogo   
 
 

      O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais, que lhe são conferidas pela Lei nº 5.766, de 20 de dezembro de 1971 e;  

      CONSIDERANDO o valor histórico da utilização da Hipnose como técnica de recurso auxiliar no trabalho do psicólogo e;  

      CONSIDERANDO as possibilidades técnicas do ponto de vista terapêutico como recurso coadjuvante e;  

      CONSIDERANDO o avanço da Hipnose, a exemplo da Escola Ericksoniana no campo psicológico, de aplicação prática e de valor científico e;  

      CONSIDERANDO que a Hipnose é reconhecida na área de saúde, como um recurso técnico capaz de contribuir nas resoluções de problemas físicos e psicológicos e;  

      CONSIDERANDO ser a Hipnose reconhecida pela Comunidade Científica Internacional e Nacional como campo de formação e prática de psicólogos,   
 

RESOLVE:  

      Art. 1º  O uso da Hipnose inclui-se como recurso auxiliar de trabalho do psicólogo, quando se fizer necessário, dentro dos padrões éticos, garantidos a segurança e o bem estar da pessoa atendida;  

      Art. 2º - O psicólogo poderá recorrera Hipnose, dentro do seu campo de atuação, desde que possa comprovar capacitação adequada, de acordo com o disposto na alínea ?a? do artigo 1º do Código de Ética Profissional do Psicólogo.  

      Art. 3º - É vedado ao psicólogo a utilização da Hipnose como instrumento de mera demonstração fútil ou de caráter sensacionalista ou que crie situações constrangedoras às pessoas que estão se submetendo ao processo hipnótico.  

      Art. 4° - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.   

      Art. 5° - Revogam-se as disposições em contrário.   
 

                              Brasília (DF), 20 de dezembro de 2000.     
 
 
 

ANA MERCÊS BAHIA BOCK

Conselheira-Presidente

RESOLUÇÃO CFP N.º 013/00 

DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000                                                                                       

 www.pol.gov.br  

INDICAÇÃO DA HIPNOSE:

A hipnose, como técnica auxiliar ao trabalho do psicólogo em psicoterapias, é bastante eficiente nos tratamentos da depressão, medos e fobias, transtorno do pânico, transtorno de ansiedade, TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), nas disfunções sexuais, medo de dirigir, vícios em geral, medo de falar em público, baixa auto-estima, fibromiálgia, aprender a dizer não, resgate das emoções autênticas. Para ser mais claro, todos nós nascemos com as  cinco emoções autênticas (raiva, medo , alegria, tristeza e afeto), mas no decorrer da vida aprendemos com nossos representantes familiares a disfarçar estas emoções no intuito de evitar sofrimentos. Isso ocorre quando uma criança  é agredida e reage  manifestando sua raiva autêntica contra o agressor. Diante disso o agressor a repreende, demonstrando sua força contra aquele  pequeno ser indefeso que,  percebendo sua fragilidade, condiciona-se de que sempre que  for agredido, para evitar sofrimento, não deverá reagir. Sendo assim, estará  transformando sua raiva autêntica em bondade e amabilidade. Ou seja, a "injunção paterna não reaja". Por isso que muitos adultos são agredidos diariamente e  não tem força para  reagir, mas quando passa alguns minutos diz a si mesmo: "mas eu sou um tolo, pois poderia ter dito tudo isso que me vem a mente agora".

O disfarce de tristeza em alegria é aprendido quando a criança é agredida  ou surrada, fica no seu canto  triste  chorando, e o agressor, pelo fato de  estar se aproximando alguém que poderia fazer péssimo julgamento da situação, o pressiona, dizendo que se não fizer um rosto alegre vai apanhar mais, e/ou qualquer outra colocação no mesmo sentido. Diante desta imposição, a criança condiciona que quando estiver triste, para não sofrer mais, tem que sorrir. Provavelmente, alguns de vocês  já tenha visto em velórios alguém que goste muito do falecido dando risadas, e até mesmo contando piadas. Neste  caso,  as pessoas comentam: "o ente morre e ele fica feliz". Ele não está feliz, e sim disfarçando sua tristeza em alegria.  Da mesma forma alguém que ganha um prêmio e começa a chorar; aí alguém diz: "chorou de alegria". Não existe choro de alegria e sim disfarce de alegria em tristeza.  Outro fato importante a comentar é o resgate da vontade. Não esmague a vontade do seu filho, para que ele não cresça sem vontade. Os pais por cultura ou costumes tendem a dizer aos filhos o que é bom para eles. Por exemplo, a criança, ao fazer suas escolhas, quer um sapato vermelho, que diante do estímulo visual é  o  bom para ela. E o representante familiar desta criança, impondo sua vontade, diz que  o bom é o de outra cor, e  assim obriga a ficar com aquele diverso a sua vontade. Assim a criança condiciona que o bom para ela tem que ser o bom para o outro, e dessa forma cresce e envelhece fazendo a vontade do outro. Se  estiver bom para o outro, está ótimo para ela. Nestes casos, é comum as mulheres com disfunções sexuais, principalmente as "anorgásmicas", pois se o parceiro estiver satisfeito elas estão felizes. Outro sinalizador desse disfarce, são aquelas pessoas que, para tomarem uma decisão, precisam ouvir várias pessoas dizendo a elas: "faça isso que é bom". E ainda, às vezes, se sentem inseguras para tomar a decisão e realizar o ato. Só que poderá ser tarde demais, pois muitas vezes esta dúvida o leva a perder oportunidades de emprego, viagens, negócios, etc. Hoje vivemos em um mundo globalizado, onde as decisões são tomadas em fração de segundos através da internet e outras tecnologias. Assim, a insegurança nas tomadas decisões traz grandes prejuízos por toda a vida.     

Analgesias  
 
Anestesias  
 
Vômitos (gravídicos e outros)  
 
Náuseas  
 
Pruridos (gravídicos e outros)  
 
Sialorréia (Sialorréia é a perda não intencional de saliva pela cavidade oral). 
 
Sangramentos: 
 
Controle de dor em pacientes com doenças crônicas e ou terminais  
 
Enurese noturna  
 
Ansiedades  
 
Tabagismo  
 
Gagueira 

Vitiligo  
 
Pré e pós operatórios (quaisquer)  
 
Pós partos e pré-partos  
 
Relaxamento físico e emocional  
 
Aumento da lactação  
 
Fobias  
 
Desenvolvimento de capacidades artísticas  
  Acnes  
 
Melhora na conversação de línguas estrangeiras  
 
Câncer (na melhora da dor e da auto-estima)  
Rompimentos amorosos   

Na perda de parentes e/ou amigos (luto)  

Melhora de rendimento escolar  
Melhora do
estresse do vestibulando ou daquele indivíduo que vai prestar qualquer exame (até o de habilitação) 
Gastrites  
Tristeza  
Desânimo  
Tique nervoso 
Entrevistas (evitar o ?branco?) 
Anorexia nervosa 
Bulimia  
Obesidade  
 

Estresse 
 Síndromes pós traumáticas 
 Síndrome controle da dor, sangramento, usar chupetas, roer unhas, chupar o dedo, atitudes viciosas com a mão ou o braço debaixo do rosto, atitude viciosa de ler, apoiando a face sobre a mão, dormir de boca aberta (as vezes devido a um aumento das adenóides), ranger os dentes durante a noite ou dia, morder a língua, chupar balas ou comer doces em excesso e salivação) 
 Preparo para exames invasivos e durante sua realização  
 Coadjuvante para tratamento de doenças agudas e crônicas (pneumonias, hepatites, psoríase, doenças       reumáticas, etc.)  
 
Doenças auto-imunes  
 Distúrbios de conduta  
 Relacionamento conjugal e familiar  
 
Depressão  
 
Insônia  
 
Problemas sexuais  
 
Doenças psicossomáticas  
 
Drogadição 
 Controlar funções autonômicas => eliminar sintomas desagradáveis ou perturbações autônomas  
 Melhora da
memória  
 Melhora da criatividade  
 
Sono agitado  
 Falar a noite (hipnagógica)  
 
Sonambulismo  
 Ter medo de escuridão  
 Ter medo de isolamento  
 Irritabilidade  
 Teimosia  
 Desobediência  
 Não querer estudar  
 Colocar o dedo no nariz  
 Colocar a mão nos órgãos genitais (peotilomania)  
 Chorar facilmente  
 
Tique de piscar o olho  
 
Fazer caretas  
 
Mentir (mitomania)  
 
Furtar ou roubar (cleptomania)  
 
Arrancar os cabelos (tricotilomania)  
 
Negativismo  
 etc...  
 
 

Contra indicações da Hipnose 

Psicoses (mas que pode ser tratado por hipnoterapeuta e psiquiatra bem treinado); 
 Sem objetivo definido; 
 Se o estado do paciente não está definido; 
 Satisfação do EGO do hipnotizador; 
 Remoção de sintomas sem se preocupar com a causa dos mesmos (que é questionável por alguns que dizem que o alívio pode ser permanente podendo-se aproveitar este período sem sintomas para uma melhor adaptação à vida); 
 Eliminar sensações (fadiga, por exemplo) o que pode levar o paciente a ultrapassar os limites de sua capacidade física. 
 

Utilização da Hipnose a hipnose otimiza e maximiza, em qualquer tratamento, todos os resultados, além de, em relaxamento, reeducar o ritmo orgânico, o que gera saúde. Alguns autores, a nível neuroendócrino, sugerem que a hipnose, por si só, em alguns casos, podem auto-regular o organismo. A hipnose pode ser utilizada em TODAS AS ESPECIALIDADES MÉDICAS, odontológicas, por psicólogos, por fisioterapeutas e enfermeiros (os dois últimos sob orientação médica).  

 

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